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III Curso de Criofisiologia

III Curso de Criofisiologia

Criofisiologia - Informações
   
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  • Universidade Anhembi Morumbi
  • Santa Casa de São Paulo


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    Cronograma do curso
    8:00 Recepção e entrega de materiais
    8:10 Abertura
    8:20 O que é criofisiologia? - História e definição
    8:40 Fisiologia de Condução (aferente e eferente)
    9:00 Neurofisiologia da Dor
    9:20 Uso da Crioterapia na Reabilitação e seus Efeitos Fisiológicos
    10:00 Modalidades recentes - atualização
    10:20 - coffe breack
    10:50 efeitos do frio sobre a resposta sensório-motora
    11:20 criocinética e crioflexibilidade
    11:50 crioterapia no esporte
    12:10 crioterapia nas especialidades (reumatologia, neurologia, oncologia, estética, ortopedia e traumatologia)
    12:40 debate: Crioterapia x TENS
    13:40 Encerramento

    Local: - São Paulo - Capital

    Data: 31 de Maio de 2008

    Valor: R$ 85,00

    Palestrantes:

    Dra. Juliana Prestes Mancuso - Fisioterapeuta

    Dr. Thiago Galiazi Bari - Fisioterapeuta

    Palestrantes Convidados:

    Dr. Carlos Eduardo Pinfildi - Fisioterapeuta



    Para se inscrever é necessário enviar um email para julypm@uol.com.br com seus dados (nome, telefone, email e RG)


    Efetue o depósito no Banco Real Ag 0293, C/C 2730620-4 no nome de Juliana Prestes Mancuso. O comprovante de depósito deverá ser enviado via fax, as instruções serão dadas após a inscrição.

     

    acesse o site para maiores informações: http://julypm.sites.uol.com.br/



     Escrito por Juliana às 23h48
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    FISIOTERAPIA. ESTE NOME ESTÁ CERTO?

    Artigo:

    FISIOTERAPIA: DENOMINAÇÃO INADEQUADA PARA UMA
    ATUAÇÃO PROFISSIONAL MODERNA

    Ricardo Wallace das Chagas Lucas
    Fisioterapeuta (CREFITO 8 14404 F)
    Professor de História da Fisioterapia e Gestão em Fisioterapia da FEPAR (Faculdade Evangélica do Paraná)
    Autor do Dicionário de Fisioterapia.

    RESUMO
    Este artigo versa sobre o emprego inadequado do termo fisioterapia tanto para a área de estudo, quanto para a de trabalho. O problema investigado centra-se nesta questão: A fisioterapia de hoje está sendo representante fiel das origens da própria palavra? Como decorrência da análise que mostrou a inadequação do termo em relação às suas origens, coloca-se o pressuposto de que a inadequação do uso do vocábulo oferece o risco de comprometer a identificação do profissional, pois não condiz com a realidade do que busca sua clientela.

    Palavras-chave: Fisioterapia. Fisiatra. Inadequação conceitual. Identificação profissional.

    Veja o artigo completo em http://uniwallace.blogspot.com/2008/02/fisioterapia-este-nome-est-certo.html


     Escrito por Juliana às 13h32
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    Criocinética no tratamento de lesões

    Criocinética no tratamento de lesões

     

    O tratamento fisioterapeutico das entorses articulares, principalmente as de tornozelo, punhos e dedos são comumente tratadas pela criocinética. As entorses em geral podem ser uma sobrecarga grave, estiramento ou laceração de tecidos moles como cápsula articular, ligamentos, tendões ou músculos. Este tipo de lesão é muito comum tanto na pratica esportiva quanto na caminhada do dia a dia.

    A criocinética é a combinação sistemática de aplicações de frio para causar hipoestesia à área do corpo lesionada e de exercício ativo, graduado e progressivo. Esta técnica é utilizada desde a década de 60, tendo sido alvo de diversos experimentos. O que torna o método eficaz é a combinação de calor, frio e exercício, permitindo a reabilitação mais rápida da lesão. A crioterapia tem como efeito fisiológico a analgesia, e o exercício precoce minimiza os efeitos da imobilização, como diminuição da mobilidade (por contratura capsular ou aderências), diminuição da força (principalmente dos tendões) e perda da propriocepção, permitindo exercícios ativos mais cedo e de uma forma mais intensa.

    A dor deve ser usada como parâmetro limite para a realização dos exercícios, para que não sobrecarregue a articulação lesada e causar danos. É comum a dor aumentar um pouco após essa prática, mas aos poucos vai sumindo, à medida que o corpo adquire uma percepção do exercício. O principal efeito da criocinética se deve aos elementos combinados, como a redução da dor pelo frio, o aumento do fluxo sanguíneo gerado pelo exercício e o restabelecimento da função neuromuscular.

    A criocinética retarda a atrofia muscular e as inibições neurais e reduz muito o edema pela “ação de drenagem” muscular. A musculatura possui um sistema de drenagem automático gerado pela contração muscular.

    Os exercícios devem ser elaborados de forma simples, e é possível progredir de acordo com a velocidade do paciente. A contra-indicação deste método são as mesmas para qualquer tratamento frio, ou seja, indivíduos hipersensíveis ao frio.

     

    Dra. Juliana Prestes Mancuso

    Crefito3 70205-F

    Fisioterapeuta formada pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM)
    Especialista em Fisiologia do Exercício pela Universidade Veiga de Almeida (UVA)
    Especialista em Fisioterapia Ortopédica e Traumatológica e Reabilitação do Sistema Músculo-esquelético pelo Instituto Cohen de Ortopedia, Fisioterapia e Medicina Esportiva, em parceria com a Universidade São Marcos
    Especialista em Reabilitação do Sistema Musculoesquelética pela Irmandade Santa Casa de Misericórdia

     

     

     



     Escrito por Juliana às 17h45
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    Como Tratar a Acne?

     

    Frequentemente a pele reflete a condição da saúde e também atua como barreira contra injúrias e bactérias. A pele é um dos maiores órgãos do corpo humano, correspondendo a 16% de seu peso.

    A pele é constituída por camadas: derme, epiderme e hipoderme. Sendo que a derme e a epiderme estão imersos aos anexos cutâneos, firmemente unidas entre si. A epiderme é mais externa, formada por um revestimento de camadas de células sobrepostas, sendo que as células superficiais são achatadas e compõem uma camada córnea rica em queratina.

    Os tratamentos estéticos eram tratados empiricamente, uma vez que não havia comprovação científica, e foi daí que surgiu a fisioterapia dermato-funcional que a cada dia evolui com profissionais especializados que promovem estudos científicos de todas as aplicações e ações terapêuticas. O fisioterapeuta dispõe de técnicas específicas para assegurar e potencializar resultados efetivos de tratamento sem causar danos à saúde com riscos menores, melhor resultado e um tratamento diferenciado promovendo uma melhor qualidade de vida.

    A análise da pele é um dos passos mais importantes para se definir a forma de tratamento após o reconhecimento das alterações que ocorrem nos tecidos que compõem sua estrutura tegumentar.

    Qualquer alteração presente na estrutura da pele seja qual for a causa que provocou caracteriza a formação de lesões elementares.

    Os mecanismos indutores de lesões elementares podem ser de natureza circulatória, inflamatória, metabólica, degenerativa ou hiperplásica.

    A acne geralmente começa na adolescência e se resolve em média na 2ª década da vida. Entretanto alguns pacientes ainda apresentam sintomas após a idade de 35 anos ou mais (cerca de 1% da população e 5% da feminina).

    As lesões da acne são decorrentes da obstrução dos folículos pilossebáceos, em decorrência de:

    • Aumento da produção e secreção sebácea;
    • Hiperqueratinização com obstrução do folículo pilossebáceo e proliferação e ação das bactérias;
    • Reação inflamatória local.

    A atividade seborreica é dependente dos hormônios sexuais masculinos.

    O aumento de produção do sebo além de estar relacionado com o aumento de produção do hormônio, depende também da quantidade de receptores existentes nas células dos órgãos.

    A acne é classificada como acne não-inflamatória (sem sinais inflamatórios) quando apresenta somente comedões, e acne inflamatória.

    Há três tipos de comedões: comedão fechado que é o cravo branco; comedão   aberto que é o cravo preto e o microcomedão. No comedão fechado a lesão é esbranquiçada ou da cor da pele, adquirindo forma esférica. Pela espremedura, após perfurar o comedão com a ponta de uma agulha, pode-se extrair massa esbranquiçada. Já os comedões abertos podem ser eliminados facilmente e podem sofrer inflamação.

    A acne se classifica em 5 tipos:

    • Acne Comedônica - Grau I: caracteriza-se pela presença de comedões, porém a existência de algumas pápulas e raras pústulas ainda permite considerar o quadro como Grau I.
    • Acne Pápulo-Pustulosa - Grau II: caracteriza-se pela presença de comedões, pápulas eritematosas (avermelhadas) e pústulas. O quadro tem intensidade variável, desde poucas lesões até numerosas, com inflamação bem intensa.
    • Acne Nódulo-Cística - Grau III: há comedões, pápulas e pústulas. Devido à ruptura da parede folicular, há reação inflamatória que atinge a profundidade do folículo até o pêlo, formando nódulos furunculóides. No interior destes nódulos pode ocorrer a formação de pús. Estes nódulos são chamados de cistos.
    • Acne Conglobata - Grau IV: constitui uma forma grave de acne, em que ao quadro anterior, associam-se nódulos purulentos (com pús) numerosos e grandes, formando abscessos e fístulas ("túneis" que o corpo cria para levar um material para a superfície) que drenam pus. Esta forma, em geral, acomete face, pescoço, faces anterior e posterior do tórax, podendo chegar até a região glútea ("bumbum").
    • Acne Fulminans - Grau V: forma extremamente rara em nosso meio, na qual, associado às formas de acne nódulo-cística ou conglobata, surge subitamente febre, leucocitose (aumento do número de células de defesa no sangue), poliartralgia (dor em várias articulações - "juntas").

     

    Esta classificação é de grande importância, pois a conduta terapêutica varia conforme o grau de comprometimento.

    Vários fatores contribuem para o aparecimento da acne. Pode ser genético ou hereditário, por ação hormonal, por aumento da atividade das glândulas sebáceas, por obstrução do canal pilossebáceo e por proliferação e ação de bactérias.

    Devido à oleosidade, pacientes com acne tendem a lavar o rosto frequentemente. Muitos deles são fanáticos, esfregando o rosto com água e sabonete de 8 a 10 vezes ao dia, pois o aspecto das lesões aparenta sujeira. O ato compulsivo da lavagem apenas retira a parte lipídica superficial, que é restaurada após 30 segundos, pois é o sebo contido na parte profunda do folículo que desencadeia a patologia.

    A pele deve ter um cuidado especial, manter-se sempre limpa e para isso se faz necessária uma limpeza profunda da pele. A limpeza da pele do rosto é tão necessária quanto tomar banho. Através dela poderemos manter a pele hidratada, limpa, sempre com aspecto saudável e jovem e protegida contra várias doenças de pele como a acne e também para deixar a epiderme limpa e com uma textura mais fina e agradável, pois as impurezas e células mortas acumulam-se na superfície da pele, que se torna opaca, ásperas e com manchas de sol, dificultando também a penetração de princípios ativos contidos nos cosméticos.

    O tratamento da acne tem vários fatores, entre eles tópico (sabonetes) com objetivo de combater os efeitos nocivos do excesso de sebo, porém não impede a produção; medicamentoso como adapaleno, peróxido de benzoíla, antibioticoterapia; sistêmico quando o componente inflamatório está presente em intensidade considerável, usada em combinação com a terapêutica tópica; Retinóides Orais (isotretinoína); Limpeza de Pele que é indicada no tratamento de limpeza das impurezas da pele e preparo para tratamentos  específicos de rejuvenescimento, controle de oleosidade, acne, manchas, pré-operatório de cirurgia plástica, etc.

    Acne é uma condição da pele comum, que acomete várias pessoas, num grau variável e por um período variável, predomina na adolescência, podendo também estar presente na idade adulta.

    Não pense que por ser comum, o tratamento da acne é desnecessário. Esperar a "resolução espontânea" da acne pode ser um erro, uma vez que com o tratamento pode-se obter uma melhora mais rápida da aparência e prevenir-se do surgimento das cicatrizes.

    Embora muitos médicos tenham uma experiência razoável no tratamento da acne, o Dermatologista é aquele que tem o maior preparo para conduzir o tratamento de todas as variantes desta doença. O fisioterapeuta dermato-funcional pode auxiliar no tratamento realizando uma limpeza profunda da pele e tratando a acne de forma mais eficaz.

    A acne consiste de cravos (comedões abertos e fechados), espinhas (pústulas) e às vezes dos chamados cistos (nódulos). Acomete mais a face, mas pode estar presente no dorso, tronco e pescoço. Pode ser um problema sério dependendo de sua severidade, deixando muitas vezes, cicatrizes permanentes.

    O período de susceptibilidade (tempo de predisposição) à acne pode ser de alguns meses até vários anos.

     

     

    Dra. Juliana Prestes Mancuso

    Crefito3 70205-F

    Fisioterapeuta formada pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM)
    Especialista em Fisiologia do Exercício pela Universidade Veiga de Almeida (UVA)
    Especialista em Fisioterapia Ortopédica e Traumatológica e Reabilitação do Sistema Músculo-esquelético pelo Instituto Cohen de Ortopedia, Fisioterapia e Medicina Esportiva, em parceria com a Universidade São Marcos
    Especialista em Reabilitação do Sistema Musculoesquelética pela Irmandade Santa Casa de Misericórdia

     



     Escrito por Juliana às 21h42
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    Oficialização da Especialidade em Fisioterapia Esportiva

    O COFFITO publicou no diário Oficial a oficialização da Especialidade em Fisioterapia Esportiva.
    A entidade responsável pela titulação é a SONAFE - Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva, que promove provas e análise curricular para a Epecialização.

    Segue a Resolução do COFFITO:


    RESOLUÇÃO No- 337, DE 8 DE NOVEMBRO DE 2007

    Reconhece a Especialidade de Fisioterapia Esportiva e dá outras providências.

    O Plenário do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional - COFFITO, no exercício de suas atribuições legais e regimentais e cumprindo o deliberado em sua 164ª Reunião Ordinária, realizada nos dias de 07 e 08 novembro de 2007, em sua sede, situada na SRTVS, Quadra 701, Conj. L, Ed. Assis Chateaubriand, Bloco II, Sala 602, Brasília - DF, na conformidade com a competência prevista nos incisos II, III e XII do Art. 5º, da Lei nº.6.316, de 17.12.1975,Considerando os termos da Resolução COFFITO n.º 336, de 08/ 11/ 2007;

    Considerando a evolução acadêmica, científica e social da Fisioterapia, exigente de aprofundamento de conhecimentos em áreas específicas da assistência fisioterapêutica, dotando os Fisioterapeutas de especificidades acadêmicas e científicas que os qualifiquem com maiores graus de complexidade, para assim promover assistência às demandas da saúde funcional com maior propriedade e resolutividade;

    Considerando a importância do esporte para a saúde, bem como a manutenção da saúde funcional do indivíduo para a prática esportiva;

    Considerando a atividade física voltada para a promoção, o restabelecimento e/ou manutenção do estado de saúde, para a prática
    esportiva amadora e profissional e para o lazer como área de atuação
    do Fisioterapeuta, amplamente estudada e reconhecida;

    Considerando a organização sócio-cultural da área de atuação,
    a realização de eventos nacionais e internacionais, a vasta produção científica, bem como a crescente demanda social para a intervenção
    desta área de atuação;

    Considerando os encaminhamentos da Carta de Londrina, produzida durante o I Fórum Nacional dos Docentes da Fisioterapia Esportiva realizado em Londrina-PR, no mês de novembro de 2005, que sugeriu diretrizes para normatização do ensino de pós-graduação referentes à área de Fisioterapia Esportiva;

    Considerando os encaminhamentos do II Fórum Nacional de Políticas Profissionais de Fisioterapia e da Terapia Ocupacional realizado em Belo Horizonte - MG, no mês de novembro de 2006, que sugeriu ao COFFITO, mediante instrumento normativo e critérios préestabelecidos, promover o reconhecimento das novas Especialidades Profissionais, observando-se os critérios do perfil e competências dos especialistas, produção científica, demanda social, mercado de trabalho, autonomia profissional, associação científica organizada, curso reconhecido pelo COFFITO e pela associação científica da área e/ou comprovante do cumprimento de critérios estabelecidos pela entidade representativa da especialidade. Resolve:

    Art. 1º - Reconhecer a Especialidade Fisioterapia Esportiva como própria e de exercício exclusivo por Fisioterapeutas que assim forem distinguidos, na forma da Resolução COFFITO nº. 336, de 08/ 11/ 2007.

    Art. 2º - Os Registros dos Títulos de Especialista em Fisioterapia Esportiva serão promovidos pelo COFFITO em obediência aos requisitos estabelecidos na Resolução COFFITO nº. 336, de 08/11/2007, e também pelo convênio que a Autarquia Federal celebrar com associação de caráter nacional na área de Fisioterapia Esportiva.

    § 1º. - A Atuação do Fisioterapeuta na Especialidade em Fisioterapia Esportiva se caracteriza pelo exercício profissional desde a promoção de atenção básica direta à saúde do paciente por meio do diagnóstico cinético-funcional bem como a eleição e execução de métodos fisioterapêuticos pertinentes a este, observando os seguintes aspectos relacionados à prática esportiva:

    I - Atividade física no contexto da saúde, do esporte e do lazer;

    II - Exercício físico e condicionamento físico dentro do processo da recuperação funcional, seguindo os critérios de retorno à prática esportiva;

    III - Relação do esporte e atividade física no contexto da saúde coletiva e da prevenção das lesões;

    IV - Fisiologia do exercício, propriedades biomecânicas do tecido músculo-esquelético e características biomecânicas das lesões esportivas;

    V - Fatores predisponentes (extrínsecos e intrínsecos) relacionados com as modalidades esportivas;

    VI - Fatores epidemiológicos e predisponentes à ação da assistência fisioterapêutica especializada na área;

    VII - Contextualização dos diferentes níveis de complexidade de atenção à saúde e das políticas públicas de saúde, com enfoque especial para a Atenção Básica garantindo a promoção da saúde de atletas profissionais, praticantes de atividades esportivas, incluindo aqueles com deficiência ou necessidades especiais, bem como a prevenção de lesões e a recuperação funcional em casos de comprometimentos;

    § 2º. Os critérios para a obtenção do Título de Especialista são os disciplinados pela na Resolução COFFITO nº. 336, de 08/11/2007, e também pelo convênio que a Autarquia Federal celebrar com associação de caráter nacional na área de Fisioterapia Esportiva.

    Art. 3º - Os casos omissos serão deliberados pelo Plenário do COFFITO.
    Art. 4º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

    FRANCISCA RÊGO OLIVEIRA DE ARAÚJO

    Diretora-Secretária

    JOSÉ EUCLIDES POUBEL E SILVA

    Presidente do Conselho



     Escrito por Juliana às 18h05
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    O Circo como Terapia

    O Circo como Terapia

     

    O Circo é provavelmente a arte de espetáculos de entretenimento mais antiga do mundo. Teve origem em povos viajantes. Na Roma antiga há 200 anos a.C. como festa religiosa ao ar livre.

    Existem muitos tipos de circo: circo de rua, circo tradicional, circo chinês, circo russo, etc. O universo circense é na verdade um conjunto de diversas artes. A história do Circo no Brasil começa no século XIX com famílias e companhias vindas da Europa.

    O Novo Circo é um movimento recente que adiciona às técnicas de circo tradicionais a influência de outras linguagens artísticas como a dança e o teatro, levando em conta que a música sempre fez parte da tradição circense. No Brasil existem atualmente vários grupos pesquisando e utilizando esta nova linguagem.

    O profissional circense é capaz de desenvolver ações e atividades de criação e execução artística, através de uma ou mais técnicas circenses, bem como a concepção de espetáculos voltados para a promoção e difusão da cultura.

    As técnicas desenvolvidas compreendem:

    Técnicas de manipulação que são Malabares, Antipodismo/Tranca, Laço, Bastão do Diabo/ Bastão Chinê, Suíngu, Diabolo, Bilboquê e Magia;

    Técnicas de acrobacias aéreas que são Trapézio de vôo, Trapézio simples e duplo, Petit Volant, Trapézio em balanço, Quadrante, Elástico, Bambu, Corda indiana simples e dupla, Corda marinha, Passeio Aéreo, Tecidos, Argolas e Liras;

    Técnicas de acrobacia que são Solo (mão-a-mão, saltos), Contorção, Aros, chineses, Escadas, Cadeiras, Maca russas, Barras russas, Báscula, Mini-tramp, Trampolim acrobático, Icários, Dândis e Adágio;

    Técnicas de equilíbrio que são Paradas (de mão e cabeça), Bola, Cadeiras, Perna-de-pau, Escada, Percha (de ombro, de testa e de ventre), Monociclo, Rola-rola, Arame baixo, alto, bambo e inclinado, e Patinação;

    Técnicas especiais que são Pirofagia, Força capilar e dental e Comicidade.

    O profissional circense tem que buscar uma preparação corporal eficaz ou adequada durante sua aprendizagem, e é nessa fase onde os riscos de lesão são maiores. A preparação depende de três bases:

    - Preparação fisiológica: o resultado dos estímulos é percebido pelas alterações claras nos sistemas circulatório e respiratório (aumento da temperatura, aceleração da freqüência cardíaca, etc.);

    - Preparação Mecânica: onde a atenção se concentra em estimular cada um dos grandes grupos musculares, principalmente aqueles músculos que serão fundamentais para a atividade seguinte, sempre lembrando de realizar movimentos que atuem em todos os sistemas articulares do corpo (pescoço, cotovelo, punho, quadril, joelhos, tornozelos);

    - Preparação Mental: estímulos diretos aos processos mentais específicos, como por exemplo, atenção, concentração, focalização, entre outros.

    Depois desta preparação é recomendado também um leve alongamento e finalmente um trabalho de tonificação (alcançar a tensão necessária) específica para o tipo de atividade realizado.

    O malabarismo estimula a confiança, concentração, persistência, paciência, e auto-disciplina.

    O circo inspira emoção, fantasia, diversão, energia, graça, desafio, leveza e busca do equilíbrio físico e mental. Não é por acaso que, nos últimos anos, essa arte vem ganhando espaços fora da lona, como em teatros, propagandas, convenções, desfiles, festas e eventos em geral.

    O termo circoterapia surgiu a partir de uma proposta de levar as atividades do circo para a população de forma motivacional para empresas e afins. O Circo tem contribuído muito neste sentido, nas grandes empresas e nos países desenvolvidos, como uma forma de terapia em grupo.

    Com as atividades circenses aprendemos a enfrentar certas dificuldades e vencê-las, passando a aceitar o fato de que nada é tão difícil assim.

    O Trapézio, o Malabarismo e a Acrobacia são exercícios físicos e ajudam na concentração, já os jogos de Clown trabalham a rapidez de pensamento e fazem a pessoa brincar com seu ridículo, facilitando depois o relacionamento com as pessoas e consigo mesmo. As mudanças que ocorrem no curso serão percebidas no ambiente de trabalho, deixando as pessoas mais seguras da própria personalidade passando a agir como um ser humano diferenciado dentro da empresa, lutando pelo mesmo objetivo.

    O Circo vem sendo utilizado no exterior como terapia, principalmente as aulas de Clown (estudo aprofundado do ridículo de cada um).

    Para poder realizar um bom trabalho as pessoas precisam estar soltas, ter facilidade na comunicação e segurança, além de confiança umas nas outras, qualidades que a arte circense trabalha de maneira sutil e, por ser indireta, sem traumas.

     

     

    Juliana Prestes Mancuso

    Crefito3 / 70205-F

     

     

     

    Referências Bibliográficas

    http://www.academiadecirco.com.br/

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Circo

    http://www.funarte.gov.br/enc/links.htm

    http://www.circotrapezio.com/historiacirco.htm



     Escrito por Juliana às 23h21
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    Pilates ajuda a prevenir patologias ocupacionas em dentistas

     

    A odontologia é uma profissão que predispõe o cirurgião-dentista a situações de estresse físico e psíquico podendo causar patologias do sistema músculo-esquelético, que levam à incapacitação para o trabalho, caso não sejam observados os princípios de ergonomia. Todo trabalho provoca um desgaste físico e psíquico àquele que o realiza, em relação ao trabalho numa clínica odontológica não é diferente.

    A pratica odontológica proporciona um desgaste físico consideravelmente grande para o cirurgião-dentista e isso faz com que o mesmo fique bastante vulnerável a vários problemas músculo-esqueléticos. Existem fatores que contribuem para essa existência e o aumento desses problemas como: estresse físico e mental, falta de intervalos entre atendimentos, falta de alongamentos e repousos, longa jornada de trabalho, a pressão sobre o profissional em seu ambiente de trabalho, falta de exercícios físicos e principalmente posturas inadequadas para a execução das tarefas;

    O cirurgião-dentista posiciona-se de pé ao lado da cadeira, com o paciente sentado. Nesta posição há uma grande carga de pressão concentrada sobre os membros inferiores, há uma sobrecarga nos ligamentos, tendões, músculos e articulações, o retorno venoso fica dificultado e o sangue concentra-se nos pés e nas pernas; há um aumento do débito cardíaco, havendo sobrecarga do sistema circulatório. A posição do corpo é alterada com freqüência e o apoio quase sempre realizado em único pé de cada vez e isso provoca esforços excessivos sobre a coluna, ombros e braços.

    A ergonomia aplicada à odontologia não é diferente das outras áreas ou aplicações, pois procura obter meios e sistemas para diminuir o estresse físico e mental, prevenir as doenças relacionadas a pratica odontológica.

    Existe uma cadeira projetada especialmente para melhorar a ergonomia no ambiente de trabalho dos cirurgiões-dentistas, o assento do mocho, o qual obriga o cirurgião-dentista a sentar-se na parte mais posterior dos glúteos, sobre os ísquios, no qual desta forma faz com que a coluna vertebral fique automaticamente ereta.

    A prevenção vem tomando lugar na vida das pessoas, das empresas e dos profissionais em geral, que sentem a necessidade da informação e da conscientização em busca de uma melhor qualidade de vida. Pensando nisso a fisioterapia significa a profissão que possui uma ampla área de atuação na qual deve participar com seu conteúdo para a reabilitação, manutenção e promoção da saúde, ela trabalha com a finalidade de promover e manter a saúde, centrando sua atenção em impedir que as lesões e as patologias ocorram. Através da aplicação dos recursos fisioterapeuticos bem como relaxamento, alongamentos e fortalecimento muscular se estará proporcionando ao cirurgião dentista tratamento preventivo às patologias ocupacionais que poderiam ocorrer em virtude dos movimentos e posições inadequados. O músculo alongado e resistente produz força com menor fadiga e transfere menor carga às junções miotendíneas e osteotendíneas, prevenindo lesões.

    O método Pilates consiste no ensino cuidadoso dos movimentos que compõem os exercícios de alongamento, flexibilidade, tonificação e individualização das estruturas corporais, com ênfase no alinhamento postural. Concentra-se na atenção, controle, respiração e no recrutamento das fibras musculares, para construir o movimento preciso melhorando o padrão postural e a consciência corporal pelo constante estímulo da estrutura músculo-esquelética, na forma geral e específica, desencadeando a lubrificação e o fortalecimento das articulações e uma melhor qualidade de vida. Através do Pilates o cirurgião-dentista pode prevenir lesões, manter seu corpo saudável e mais resistente.

    Dra Juliana Prestes Mancuso

    Crefito3 70205-F



     Escrito por Juliana às 00h57
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    O Calçado e a Criança

    Ao caminhar, o ciclo da marcha começa no toque do calcanhar e só termina quando o mesmo calcanhar voltar a tocar o solo, completando assim uma passada. Sendo o passo definido pelo toque inicial de um dos calcanhares, até o toque de calcanhar do outro pé. O padrão de marcha maduro ocorre aos 3 anos de idade.

    O desenvolvimento do calcanhar está completo próximo aos 5 anos de idade, a marcha da criança aproxima-se muito á dos adultos aos 7 anos de idade e poucas diferenças são encontradas. A estrutura óssea do pé, porém, não está completa nesta idade, pois a criança continuará crescendo até mais ou menos os 12 anos de idade para os meninos e 10 anos de idade para as meninas.

    Quando uma criança está em fase de desenvolvimento, os calçados não devem ter salto e a sola deve ser reta e firme o suficiente para dar estabilidade, pois o aumento da altura do calcanhar provoca modificações no padrão de caminhar, ou seja, quanto mais alto o salto, menor a participação do antepé no caminhar.

    Atualmente as crianças estão sendo induzidas a utilizar calçado com salto cada vez mais cedo, e com isso o pé da criança estará sofrendo sobrecarga na região anterior do pé, o que em longo prazo pode gerar alterações dolorosas e/ou adaptativas levando a criança a não conseguir andar sem salto devido ao encurtamento da musculatura da panturrilha e a fadiga da musculatura. Esta sobrecarga nos músculos pode prejudicar a estabilidade do pé e causar entorses ou quedas. O salto baixo assemelha-se à atividade muscular da marcha descalça, mas não produz a mesma marcha fisiológica, já o salto mais alto produz uma sobrecarga muscular não sendo adequado para crianças.

    A maior ocorrência da fadiga muscular causada por essa sobrecarga leva a diminuição da força dos músculos anteriores e posteriores da perna, o que pode produzir a amplitude de movimentos normal do pé, e isto provavelmente acarretará prejuízos na fase de crescimento da criança. Para manter o conforto e reduzir riscos de lesões é importante conscientizar as crianças a evitar usar saltos altos, escolhendo sapatos com elevação do salto por volta de 2 cm.

     

    Dra Juliana Prestes Mancuso

    Crefito3 / 70205-F

    Fisioterapeuta formada pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM)
    Especialista em Fisiologia do Exercício pela Universidade Veiga de Almeida (UVA)
    Especialista em Fisioterapia Ortopédica e Traumatológica e Reabilitação do Sistema Músculo-esquelético pelo Instituto Cohen de Ortopedia, Fisioterapia e Medicina Esportiva, em parceria com a Universidade São Marcos
    Especialista em Reabilitação do Sistema Musculoesquelética pela Irmandade Santa Casa de Misericórdia

    São Paulo - SP

     

     



     Escrito por Fisioju às 15h23
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     Escrito por rose às 22h35
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    nada quer abrir neste computador

    Sendo assim não escreverei nada. É uma droga essas coisas de maquina, somos dependentes das máquinas 100%, mas elas não pensam só executam o que pensamos então é muito triste não abrir.

    Tchau.



     Escrito por rose às 22h07
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    A Vida...

    Olha que bonito:



     Escrito por rose às 23h35
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    Para atrair o Amor
    2 litros de leite
    4 colheres de mel
    1 maçã vermelha ralada
    2 pauzinhos de canela

    Ferva o leite e acrescente os demais ingredientes. Deixe esfriar. Coe e use após o banho higiênico, da cabeça aos pés. Cubra a cabeça com uma toalha e vista-se sem enxugar-se, ou coloque um roupão.



     Escrito por rose às 19h58
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    O idoso tende a ter maior instabilidade na postura e uma marcha mais lenta do que o jovem, o que favorece a queda. A diminuição da acuidade visual com a idade, e a maior susceptibilidade a sincopes são fatores que favorecem a quedas no idoso sadio. O sedentarismo também é um fator que deve ser destacado, sendo que o idoso ativo, acostumado a fazer exercícios regulares tem menor predisposição a sofrer quedas.



     Escrito por rose às 11h57
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    A queda representa uma fonte de doenças na terceira idade e também uma causa de morte. Em uma população cosmopolita de cada três idosos, um sofrerá uma queda durante o período de um ano. Cerca de 10% dos idosos que sofreram uma queda virão a falecer em decorrência da mesma, e cerca de 30% terão, como conseqüência, uma lesão importante. As lesões mais freqüentes são as fraturas de membros (colo de fêmur, por exemplo) e as lesões da pele e dos músculos. Além da fratura o idoso que sofre a queda, em geral, se torna ansioso e amedrontado quanto a outras quedas, situação que gera um estado de espírito negativo.



     Escrito por rose às 11h56
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    O acidente é causa de morte prematura entre jovens, estando relacionado a acidentes de trânsito, ao alcoolismo e a drogas. O acidente de trabalho industrial é importante causa de morte do adulto jovem. Na terceira idade os acidentes também são freqüentes e tendem a ter conseqüências sérias. Na terceira idade a principal causa de acidentes são as quedas destacando-se a fratura do fêmur como sua principal conseqüência. A diminuição da acuidade visual, uma maior tendência a síncopes e os efeitos adversos de medicamentos, principalmente os tranqüilizantes, e o alcoolismo são as principais causas de quedas do idoso.
    As queimaduras e os acidentes de trânsito constituem também causas de acidentes na terceira idade.



     Escrito por rose às 11h55
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